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Ficha de inscrição: Lobisomens

Mensagem por Admin em Seg 27 Jan 2014, 13:17

Personagens aprovados


Última edição por Admin em Sab 15 Fev 2014, 15:35, editado 1 vez(es)
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Re: Ficha de inscrição: Lobisomens

Mensagem por Gustaph Glucksbürg em Qua 12 Fev 2014, 20:03

ficha aprovada:
Ficha do personagem:

Nome do jogador: Luisa
Campanha: Untold Chronicles

Características Básicas:

Nome: Gustaph Glucksbürg
Nome renascido/ Apelido: Fingal / Gus.
Sexo:  Macho.
Espécie:  Lobisomem.
Idade Aparente (comparando-se a um ser humano): 20 anos.
Origem:  Reykjavík – Islândia.

Atributos Sociais

Ocupação: Estudante Universitário – Direito / Trabalha meio período como Barman.
Grupo:  Garou – Senhores das sombras (Mãe pertencia a Tribo)
Localização (Nômade; Errante; Residente):  Residente/ Mora sozinho em um apartamento pequeno, próximo à faculdade.

Características Físicas

Altura: 1,87 m.
Peso:  80 kg.
Olhos: Azuis.
Cabelos: Originalmente Loiros. Pintou o cabelo de castanho pra despistar o pai.
Pigmentação: Clara.
Peculiaridades: Nenhuma.
Imagem do personagem ( em spoiler):
Foto:

Qualidades Psíquicas

Temperamento: Calmo, extrovertido, aparentemente despreocupado e muitas vezes com atitudes zombeteiras. É um pouco maquiavélico, competitivo e egoísta, fazendo as coisas muitas vezes para beneficiar a si próprio somente. Demora a se irritar com algo, mas quando o faz demora a perdoar o agressor. Tem facilidades com argumentações e em passar a perna nas pessoas.
Afinidades: Esportes, lugares frios e doces em geral.
Aversões: Se apaixonar por alguém (trauma).
Ideologia:
“Uma verdade pode ser mais dolorosa que mil facadas.”
“sempre saiba quem são seus pais antes de pegar alguém. Você pode acabar comendo sua irmã por acidente ou pelo menos certifique-se de tomar uma boa dose de vodca antes de depois.”
“Nunca confie em alguém, ele não fará o mesmo por você.”
Outras: Costuma ter certa dificuldade em desenvolver relações duradouras com as pessoas.
Aptidões:  Esportes, blefar, poliglota e sobrevivência.

Posses

Propriedades (Bens): Apartamento pequeno próximo à universidade e uma motocicleta preta.
Inventário Pessoal (Aquilo que se carrega consigo): Celular, mochila, notebook, um canivete multiuso, chaves, um minidicionário de inglês e carteira (com dinheiro, cartão de credito e documentos).
Vestes (que normalmente usa):  Roupas comuns da moda, embora evite coisas caras para não chamar atenção.  Pegou a mania de andar de boné para passear mais anonimamente.
Personagens que a acompanham (não jogadores): A “família” – Lillian Harlow e Christian Harlow;
Familiar (bixo de estimação): Nenhum.

História:

O que fazer quando você não é mais que a ocupação de um espaço vazio em segundo plano? Simplesmente viver e aproveitar. Sim. Pois essa é a descrição perfeita da vida do jovem Gustaph.

Nascido em uma noite gelada na capital da Islândia, o pequeno menino nunca pode ser considerado uma criança de sorte nos padrões humanos, ou uma criança tratada com amor por alguém, mesmo que o dinheiro nunca ter lhe faltado por um sequer dia de sua existência. Ele era uma vergonha, um estorvo, o símbolo de uma desgraça que nunca deveria ter existido, e que, por conta de sua culpa inata acabara por matar sua mãe em pleno trabalho de parto. Como assim? Falemos de seus pais...

Olena Holstein Glucksbürg sempre foi uma garota genial e linda de seu tempo. Nascida na tribo Garou dos senhores das sombras, ela nunca havia feito menos do que seu nome exigia, até mesmo conseguindo lugar de destaque entre os seres mais poderosos da sociedade humana, se divertindo por enganá-los e conseguir vantagens por interesses próprios sem se comprometer. Quer dizer... Até se apaixonar por um deles.

Christian Harllow. Ou simplesmente o magnata banqueiro classificado como uma das vinte pessoas mais ricas (e ambiciosas) do mundo, humano e seis anos mais velho, casado com um condessa inglesa qualquer. Resultado? Olena simplesmente virou a amante desse banqueiro, conseguindo fazê-lo subir diversos degraus na politica com seus golpes. Mas também se auto conduzindo ao próprio tumulo, que se confirmou com sua morte em um hospital particular enquanto dava a luz ao seu filho, um garoto loiro, pálido, de olhos azuis e sem nome.

Gustaph poderia ter acabado pior, claro. Ele poderia ter sido mandado para um orfanato desde já, ou dado a um tutor, para que esperasse ter idade suficiente para recuperar os bens da mãe, e os problemas de Christian com sua vida oculta seriam apagados. Mas o banqueiro nunca poderia fazer isso, não com o filho da mulher que amava, e por isso mesmo decidiu manter o garoto ocultamente.

Foi assim que o Islandês se tornou o filho de um amigo ou algo assim, o pobre garoto rico cujos pais haviam morrido, e que morava em uma casa sozinho, recebendo visitas frívolas e constantes de um banqueiro do continente.

A Islândia era fria, mas confortável, e assim fora a vida do garoto. Sem limites, sem regras ou alguém para lhe mandar, um mundo grande, ainda assim pequeno, cuja falta de alguma coisa parecia constante, pelo menos até a revelação quando ele tinha quinze anos de idade.

Era uma noite nevada e no salão da festa luzes se misturavam. Havia uma menina do seu lado, sua amiga de infância pela qual sempre fora apaixonado, a filha única de Christian, um ano mais nova que si mesmo, e ele próprio estava um pouco alterado. Tinha roubado uma garrafa de uísque da adega do homem e agora tomava como um homem que tentava parecer.

Sua cabeça estava nublada, e ele não conseguia lembrar o que fez depois, talvez apenas pela supressão ou dificuldade em aceitar. Exceto de quando a beijou, como das outras vezes, escondidos no grande jardim. Lillian, sim, esse é o nome dela. Cabelos ruivos como o fogo e olhos azuis como um mar calmo. Não havia nada de errado naquilo, eram dois adolescentes, amigos, amantes e não estavam na posse de todas as faculdades mentais, ou simplesmente fossem controlados por hormônios.

Sua cabeça ainda dói ao se lembrar, talvez simplesmente por que se force a esquecer, mas havia um quarto, uma sensação incontrolável de desejo, gritos e sangue. E então a porta se abria. O rosto horrorizado e ultrajado do homem que os olhava, a vergonha e desespero no  belo rosto de Lillian. E então os tapas, as surras e os xingamentos que se seguiram.

Gustaph era amaldiçoado e havia cometido o pior dos pecados, deflorado a própria irmã. Junto com a revelação, surgiu o remorso e a raiva. Ele não podia mais olhar para Lillian. Não podia nem ao menos olhar para o próprio, agora revelado, pai. O odiava, se odiava, tinha ódio de si mesmo e seus próprios conceitos morais se misturavam ao que ele era.

Ele começou a fugir de casa nessa época, a se embrenhar cada vez mais fundo nas periferias da capital para ver se conseguia tirar aquilo da cabeça. Embora antes fosse genial, suas notas caiam e ele nem ao menos desejava frequentar aquelas escolas. Melhores hipóteses? Ser espancado ou simplesmente espancar alguém a ter tudo apagado de sua mente.

Talvez, se tivessem lhe dado mais tempo, pudesse ter se enfiado na Mafia ou coisa pior, mas com dezesseis anos, seu pai cansado acabou o levando para sua casa na Inglaterra e simplesmente o trancafiando com um regime de disciplina um tanto quanto rígido demais. Se ele tinha que ter um filho fora do casamente, e que lhe custara um difícil divorcio, dar-lhe o seu nome, que pelo menos fosse um que não estragasse sua reputação.

Bem ou mal. Gustaph sobreviveu. Ele não gostava de Londres, não gostava do calor dos infernos, nem do olhar severo de seu pai. Muito menos da irmã, que vivia tentando ir falar com ele a cada segundo que lhe enxergava. Uma agonia sem fim, ainda capaz de fazer se coração disparar. Mesmo assim, não havia escolha além daquela.

E ele tentou aceita-la, fugia durante as noites, arrumava atividades durante seus dias, e as noites. Tão logo alcançando a maioridade e fugindo da luxuosa mansão, alugando um apartamento qualquer no centro de Londres e lá passando a viver, pagando-o com os empregos que arranjava, não necessariamente lhe pagando bem. Ele tinha dinheiro, tinha uma herança, e teria chances com o que o pai lhe oferecia, além de poder ganhar destaque como modelo ou jogador de Rúgbi (ele sempre foi muito bom no esporte). Mas ele não queria. Ele só desejava o anonimato. Que seu pai e aquela maldita família não o achassem.  

Desgraça pouca? Tudo veio há piorar um ano e meio depois em uma ocasião um tanto quanto estranha, quando ele acabara se transformando (em um monstro) pela primeira vez. Sim. Além de cheio de sinas, ele havia descoberto mais uma. Estava assustado, não queria se aceitar ou aceitar aquilo. No fim, havia tentado escapar como um covarde. E, no processo, acabara matando uma pessoa e se desentendendo com uma matilha local que o veio a desafiar-lhe para uma briga. Gustaph fugiu, é claro, e novamente trancou-se em sua própria existência. Ele estava sozinho, de novo. E na universidade.
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Gustaph Glucksbürg

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